terça-feira, 29 de setembro de 2009

Uso das plantas medicinais na prática terapêutica






bruno e cléo

História da Erva Medicinal



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Somos credenciados pela UEMG – Universidade Estadual de Minas Gerais e a Associação Brasileira de Saúde.


O Conhecimento histórico do uso de plantas medicinais nos mostra ao longo da História da Humanidade que pela própria necessidade humana, as plantas foram os primeiros recursos terapêuticos utilizados.
A história da terapêutica começa provavelmente por Mitridates, rei de Ponto, Século II a. C. sendo ele o primeiro farmacologista experimental. Nessa época, já eram conhecidos os Opiáceos, a Cila e inúmeras plantas tóxicas. No Papiro de Ebers, de 1550 a. C. descoberto em meados de século passado em Luxor, no Egito, foram mencionadas cerca de 700 drogas diferentes, incluindo extratos de plantas, metais (chumbo e cobre) e veneno de animais (Almeida, 1993 in Carneiro, S. M. de B, 1997).
Recorrer às virtudes curativas de alguns vegetais, é uma das primeiras manifestações do homem, marcando um antigo desejo de compreender e utilizar a natureza como recurso terapêutico, nas doenças que afligem o corpo e a alma. Se voltasse ao passado, perceber-se-ia que a prática de utilização das plantas como meios de cura das doenças não mudaram, mas por falta de informações algumas pessoas não sabem, nos dias de hoje, usar essas plantas para o seu consumo, desconhecendo os seus benefícios .
Os primeiros escritos sobres as ervas relatam sua importância nos cerimoniais de magia e medicina. Há placas de barro babilônicas de 3.000 anos a.C., que ilustravam tratamentos médicos, e outras mais recentes que registram importações de ervas. Durante os 1000 anos subseqüentes, culturas paralelas na China, Assíria, Egito e Índia, desenvolveram registros escritos de ervas medicinais onde existem antigos escritos ocidentais que descrevem uma mistura de utilizações medicinais e mágicas para as plantas, e há escritos egípcios, de 1550 anos a.C., com receitas médicas e anotações sobre a utilização aromática e cosmética das ervas.
Registos no Mundo
Oriente – O país com mais longa e ininterrupta tradição nas ervas é a China. Quando morreu em 2698 A.C., o lendário imperador Shen Nultg já tinha provado 100 ervas; ele menciona em seu “Cânone das Ervas” 252 plantas, muitas ainda em uso. Cem anos mais tarde, o Imperador Amarelo, Huang Ti, formalizou a Teoria Médica no Nei Ching. No século VII, o governo da dinastia Tang imprimiu e distribuiu pela China uma Revisão do Cânone de Ervas. Em 1578, Li Shizhen completou seu “Compêndio de Matéria Médica”, onde listou 1800 substâncias medicinais e 11.000 receitas de compostos.
Médio Oriente – Placas de barro de 3.000 A.C. registram importações de ervas para a Babilônia (trocas com a China aconteceram por volta de 2.000 A.C.). Farmacopéia babilónia abrangia 1400 plantas. O primeiro médico egípcio conhecido foi Imhotep (2980 a 2900 A.C.). Grande curandeiro, foi deificado, e utilizava ervas medicinais em seus preparados mágicos. Os Papiros de Ebers do Egito foram um dos herbários mais antigos que se têm conhecimento, datando de 1550 A.C., e ainda está em exibição no Museu de Leipzig (são 125 plantas e 811 receitas). Na mesma época, médicos indianos desenvolviam avançadas técnicas cirúrgicas e de diagnóstico, e usavam centenas de ervas nos seus tratamentos. Segundo os hindus “as ervas eram as filhas prediletas dos deuses”.
Grécia – No século XIII A.C. um curandeiro chamado Asclépio, grande conhecedor de ervas, concebeu um sistema de cura, fundando o primeiro spa de que se tem conhecimento, com tratamentos baseados em chás.Os templos de cura apareceram em toda Grécia e Asclépio foi deificado. Seiscentos anos depois, Tales de Mileto e Pitágoras compilaram essas receitas. Os gregos adquiriram seus conhecimentos de ervas na Índia, Babilônia, Egito e até na China.
Idade das trevas – Nesta fase, a Pérsia tomou-se o centro de perfeição da época, com as receitas gregas sendo traduzidas para o árabe. Na Europa os progressos foram dificultados pela Igreja, que não via com bons olhos a aprendizagem científica, e encaravam a doença como um castigo; a medicina das plantas restringiu-se aos monges nos mosteiros e a algumas mulheres de aldeias remotas.
Renascimento – O século XV traz a era dourada para as ervas. A partir da observação dos resultados dos remédios à base de ervas descobriram a cura para inúmeras doenças. Nesse tempo de descobertas as mulheres foram proibidas de estudar e os curandeiros não profissionais eram hereges.
Idade Industrial e Moderna – A ciência levou ao desenvolvimento o assunto ervas, sintetizando partes das plantas e concentrando dosagens.O uso mais baixo das ervas foi no início do séc. XX, mas com os efeitos secundários das drogas artificiais. Com a ecologia incentivando uma volta ao uso de medicamentos naturais, está acontecendo um renascimento fantástico da utilização das ervas.
América – O primeiro herbário das Américas é o Manuscrito Badanius, o herbário asteca, do séc. XVI, em Nahuat. No Brasil, em 1995, o consumo de medicamentos caiu a níveis alarnlantes. A pesquisa SOS FARMA, para levantar as causas, descobriu que, das 400 família pesquisadas, 91,9% se automedicavam com ervas e 46,6% as cultivavam nos quintais. Dados da Assoc. Brasil da Ind. Farm. apontam que as vendas de medicamentos sintéticos cresceram 16% naquele ano, enquanto o consumo de fitoterápicos subiu 20%. Tanto assim que a CEME, central de medicamentos, está financiando pesquisas em universidades. Muitos médicos acreditam que o uso de fitoterápicos pode reduzir à metade os gastos da população com medicamentos e com os mesmos resultados dos alopáticos.
No Brasil
O Brasil tem uma das mais ricas biodiversidades do planeta, com milhares de espécies em sua flora e fauna. Possivelmente, a utilização das plantas – não só como alimento, mas também como fonte terapêutica começou desde que os primeiros habitantes chegaram ao Brasil, há cerca de 12 mil anos, dando origem aos paleoníndios amazônicos, dos quais derivaram as principais tribos indígenas do país. Pouco, no entanto, se conhece sobre esse período, além das pinturas rupestres.
Os colonizadores observavam e anotavam o uso freqüente de ervas pelos Índios : “Os Índios precedem de laboratórios, ademais, sempre tem à mão sucos verdes e frescos de ervas. Enjeitam os remédios compostos de vários ingredientes, preferem os mais simples, em qualquer caso de cura, visto que por este medicamentos os corpos não ficam tão irritados.”
Um pouco mais tarde, entre 1560 a 1580, o padre José de Anchieta detalhou melhor as plantas comestíveis e medicinais do Brasil em suas cartas aos Superior Geral da Companhia de Jesus. descreveu em detalhes alimentos como o feijão, o trigo, a cevada, o milho, o grão-de-bico, a lentilha, o cará, o palmito e a mandioca, que era o principal alimento dos índios. Anchieta citou também verduras como a taioba-rosa, a mostarda, a alface, a couve, falou das furtas nativas como a banana, o marmelo, a uva, o citrus e o melão, e mostrou a importância que os índios davam às pinhas das araucárias.
Das plantas medicinais, especificamente, Anchieta falou muito em uma “erva boa”, a hortelã-pimenta, que era utilizada pelos índios contra indigestões, para aliviar nevralgias e para o reumatismo e as doenças nervosas. Exaltou também as qualidades do capim-rei, do ruibarbo do brejo, da ipecacuanha-preta, que servia como purgativo, do bálsamo-da-copaíba, usado para curar feridas e da cabriúva-vermelha.
Outro fato que chamou atenção do missionário foi a utilização dos timbós pelos índios, especialmente da espécie Erytrina speciosa. O timbó, de acordo com o dicionário é uma “designação genérica para leguminosas e sapindáceas que induzem efeitos narcóticos nos peixes, e por isso são usadas para pescar. Maceradas, são lançadas na água, e logo os peixes começam a boiar, podendo facilmente ser apanhados com a mão. Deixados na água, os peixes se recuperam, podendo ser comidos sem inconveniente em outra ocasião”.
Quase tudo que se sabe da flora brasileira foi descoberto por cientistas estrangeiros, especialmente os naturalistas, que realizaram grandes expedições científicas ao Brasil, desde os descobrimento pelos portugueses até o final do século XIX. Essas grandes expedições tinham o intuito de conhecer e explorar as riquezas naturais do país, conhecer a geologia e a geografia do Novo Mundo, bem como determinar longitudes e latitudes para a elaboração dos mapas.
Sua Aplicação
A manutenção da saúde através das ervas medicinais tem sido objeto de diversas pesquisas, é matéria de estudos médicos e assunto de interesse específico de cientistas, especialistas e leigos.
O ponto de partida de muitos estudos é o conhecimento popular acerca dos potenciais das plantas, e essa sabedoria assim se desdobra :
1 – Conhecimento acerca das origens dos males que afetam o corpo humano
2 – Conhecimento das funções orgânicas do corpo
3 – Observação minuciosa das diferentes reações do organismo ao consumo de cada planta
4 – Técnicas de preparo e de armazenagem dos remédios naturais
5 – Correlação precisa entre as necessidades do corpo e os potenciais das plantas
Tal conhecimento, decorrente da observação cotidiana, é vasto, milenar e por muito tempo não possuiu registros escritos ou foi objeto de pesquisas direcionadas, devendo sua divulgação principalmente às tradições orais populares.
Seus objetivos são o bem-estar do corpo e a manutenção e a recuperação da saúde.Para aprender a utilizar as ervas medicinais, antes de tudo, é necessário conhecer um pouco o próprio organismo e as funções exercidas por ele para seu próprio sustento.


FUNÇÕES ORGÂNICAS
O organismo é autônomo e sua vida se mantém graças aos processos orgânicos que exerce, as ervas medicinais operam como reguladoras desses processos.
Para efeitos didáticos, cada uma das funções foi classificada de acordo com seus procedimentos e caracterizada por um sistema, ainda que todas operem de modo complementar.
Assim, cada sistema é um conjunto de tecidos, órgãos e glândulas trabalhando harmonicamente no desempenho de uma função específica.

Sistema Respiratório
Através dele é captado o oxigênio necessário à oxidação ( ‘queima’ ou ‘quebra’ ) das moléculas dos nutrientes, processo pelo qual se obtém a energia nelas contida necessária ao organismo.
Os órgãos principais desse sistema são os pulmões. É mais comum encontrar ervas que protegem partes desse sistema do que outras que aumentem sua capacidade respiratória aumetabólica (oxidação).
A atuação das plantas sobre o aparelho respiratório pode ser :
Antigripal – combatendo as gripes.
Expectorante – diluindo as secreções da garganta e do pulmão, facilitando a sua expulsão.
Antiexpectorante – amenizando tosses
Analgésica – reduzindo dores da garganta.
Antiinflamatória – aliviando irritações da garganta.

Sistema Nervoso
Seu órgão central (cérebro) recebe estímulos de todas as partes do corpo por meio do tecido nervoso (neurônios) e, igualmente, através desse tecido envia as respostas processadas. Exerce ainda inúmeras outras funções tais como armazenar memória, relacionar dados, controlar diversos outros procedimentos orgânicos e manter o equilíbrio espiritual do indivíduo.
Tal comunicação é possível através de transmissores químicos ( neuro-transmissores ) liberados de um neurônio, receptados pelo seguinte e assim transmitidos adiante, carregando consigo as mais diversas mensagens.
O cérebro, analisado isoladamente, processa as mensagens recebidas com maior ou menor eficiência dependendo de fatores como:
- níveis de oxigenação (respiração de suas células)
- quantidade e qualidade dos nutrientes recebidos pelo sangue (alimentação de suas células)
- presença de substâncias inibidoras ou favoráveis à passagem dos neuro-transmissores. Atuando sobre os neurônios, agindo sobre a produção de neuro-transmissores, bem como influenciando os fatores citados acima.
As plantas podem ter as seguintes ações sobre esse sistema :
Calmante – reduzem a excitação cerebral.
Sedativa – calmantes mais drásticos.
Estimulante - incrementam a atividade cerebral e neurológica.
Alucinógena – causam distúrbios à atividade cerebral.

Aparelho Digestivo
É o conjunto de órgãos, tecidos e glândulas responsáveis pela assimilação dos nutrientes.
Destacam-se o estômago e os intestinos, como partes específicas do tubo digestivo, e o fígado, como a maior glândula do corpo humano.
É importante destacar a atividade do fígado, por suas peculiaridades.
Como sua secreção principal (a bile) é lançada numa cavidade (o estômago), e não na corrente sangüínea, o fígado não pertence ao sistema endócrino (descrito mais adiante), que é o conjunto das glândulas que secretam substâncias no sangue.
Suas atividades não se restringem à diluição de gorduras e álcool durante a digestão, é um grande armazenador de nutrientes (glicogênio), amortecedor químico do impacto de remédios e tóxicos sobre o organismo e centro de reciclagem de substâncias já utilizadas pelo corpo que, contudo, permanecem no sangue (hormônios e secreções).
As ervas podem ter as seguintes atuações sobre esse sistema :
Digestiva - auxiliando no desdobramento das moléculas dos nutrientes.
Hepática – aliviando os trabalhos do fígado.
Vermífuga - eliminando vermes do tubo digestivo.
Antidiarréica – amenizando os movimentos dos intestinos e aumentando a sua capacidade de absorção de água.
Laxativa – atuando igualmente nos intestinos, porém com efeitos opostos às ervas antidiarréicas.
Purgativa – laxativos mais drásticos.
Depurativa – auxiliam o fígado na sua função de retirar do sangue resíduos hormonais, metabólicos e tóxicos.
Antiácida – combatendo úlcera, gastrite e azia.
Sistema Cardiovarcular
Composto pelos órgãos e tecidos que distribuem alimento, oxigênio, água e hormônios por todo o corpo, bem como coletam os resíduos do metabolismo das células e da atuação dos hormônios para serem eliminados ou reciclados.
Seu órgão principal é o coração, uma espécie de bomba muscular que propulsiona o sangue (veículo do alimento, do oxigênio, dos hormônios) continuamente sempre na mesma direção, com uma intensidade que pode variar em função de atividade física ou estímulos químicos.
Os canais de distribuição chamam-se artérias, quando partem do coração, veias, quando chegam a ele, e capilares, quando as vias principais subdividem-se em finíssimos canais sangüíneos.
As ervas atuantes sobre esse conjunto podem agir como :
Cardiotônicas – estimulando os batimentos cardíacos.
Estimulantes – cardiotônicos mais brandos.
Reguladoras da pressão sangüínea – aumentando a elasticidade das paredes das vias circulatórias e assim reduzindo essa pressão, ou operando no sentido oposto.
Antianêmicos – fornecendo ferro ao sangue.
Aparelho Urinário
Compreende o conjunto de órgãos responsáveis pela filtragem do sangue e pelo equilíbrio da quantidade de água no organismo.
Seus principais componentes são os rins. As plantas que têm ação sobre esse sistema atuam principalmente sobre a sua capacidade de absorção de água e filtragem do sangue.
Como esse processo chama-se diurese, tais efeitos são chamados :
Diuréticos

Sistema Endócrino
Assim é chamado o conjunto de glândulas do corpo que secretam suas substâncias diretamente na corrente sangüínea ( há glândulas que expelem suas secreções em cavidades, como o fígado, ou externamente ao corpo, como as sudoríferas e as sebáceas. Estas não pertencem a este grupo.
Este sistema é responsável por funções tão diversas quanto crescimento, metabolismo, controle da pressão sangüínea, manutenção da temperatura, controle do estresse e relaxamento. Algumas glândulas atuam preponderantemente sobre um determinado processo ( o pâncreas na digestão); outras exercem influência generalizada sobre o corpo, como a tireóide, que regula o crescimento e a temperatura, as supra-renais, reguladoras da pressão sangüínea, e a hipófise, chamada glândula mestra, por ter efeitos sobre todas as outras.
As ervas medicinais podem constituir-se em intervenções diretas sobre o sistema endócrino, sendo importante, então, relacionar cada glândula às ervas a que é susceptível.
Hipófise, ou pituitária, ou pineal – Localiza-se no interior da cabeça, junto ao cérebro, na altura dos olhos. Controla as outras glândulas, regula o crescimento e a diurese, estimula a produção de leite, induz o parto. Dentre os hormônios que produz destaca-se a melatonina, reguladora do sono.
Tireóide – Situa-se no pescoço, envolvendo a laringe. Regula o metabolismo, a temperatura e o crescimento. Algumas ervas atuam sobre a função reguladora de temperatura, combatendo as febres e por isso são chamados febrífugas. Outras são sudoríficas.
Paratireóide – Localiza-se sobre a tireóide e controla o nível de cálcio no sangue.
Pâncreas – Situa-se junto ao estômago. Produz enzimas digestivas e regula o consumo de açúcar pelo organismo. Ervas digestivas e sobretudo aquelas que controlam a diabetes podem atuar sobre esta glândula.
Supra-renais – Cada uma está situada sobre um rim. Controlam a pressão sangüínea e o nível de sal no organismo. As ervas relacionadas são aquelas que afetam a pressão arterial.
Ovários – Localizam-se na altura dos quadris, e são internos ao abdômen. Concedem as características secundárias femininas.
Sob estímulos da hipófise secretam dois hormônios cujas oscilações regem a fertilidade da mulher: a progesterona e o estrogênio.
As ervas relacionadas com a função sexual feminina são chamadas:
Emenagogas – quando induzem a menstruação.
Abortivas
Antiespasmódicas – quando reduzem as cólicas.
Galactagogas – quando induzem o aleitamento
Afrodisíacas - estimulantes sexuais.
Anticoncepcionais – impedem a ovulação.
Testículos – Localizados na parte inferior externa do abdômen masculino, produzem a testosterona, hormônio responsável pelascaracterísticas sexuais secundárias masculinas. Regulam ainda a produção de esperma. As ervas que afetam as funções sexuaisdo homem são as seguintes:
Afrodisíacas – estimulam a atividade sexual.
Previnem a impotência – ginseng, canela, pimenta. O chá calmante se consumido em excesso durante algum tempo, pode levar à impotência.

PRINCÍPIOS ATIVOS
Assim como os hormônios e os neuro-transmissores somente funcionam ao encontrar seus exatos receptores, também cada erva possui substâncias que somente produzem efeitos sobre determinadas células. Sua atuação pode ocorrer tanto estimulando quanto reprimindo processos orgânicos.
Cada planta contém compostos químicos que são os responsáveis por sua atividade terapêutica.
Quando um composto prepondera sobre os demais e confere à planta sua principal função medicinal ele é chamado princípio ativo.
Os princípios ativos podem ser: alcalóides, bioflavonóides, glicosídeos cardiotônicos, mucilagens, óleos essenciai s e taninos.
Os princípios ativos estão presentes, mas sua distribuição pelas partes da planta é desigual e, não raro, encontram-se vegetais com diferentes princípios ativos nas folhas, frutos e raízes. Nem sempre a atuação dessas substâncias opera-se sob a sua forma natural; por vezes, para incrementar a sua ação, partes específicas da erva devem ter um processamento especial: aquecimento, fervura em água ou álcool, fermentação, infusão com outros ingredientes vegetais, maceração com alcoóis, pulverização e mistura a água ou leite, inalação dos óleos ou massagem com os mesmos.
É muito comum ter-se várias ervas relacionadas com uma mesma função orgânica, por isso, em caso de tratamentos ou prevenções, para conseguir uma diversidade de benefícios, alterne o consumo de cada planta.
Deve ser anotado que os princípios ativos podem sofrer alterações em sua concentração ou podem mesmo ser degenerados em virtude de estiagens, períodos chuvosos, calor excessivo, frio intenso, luz ou escuridão.

Atenção !
Há plantas que possuem princípios ativos tão severos que suas dosagens devem ser precisas e seu consumo, orientado por especialista avaliando idade, condições fisicas e possiveis contra-indicações individuais.Exemplos: beladona, mandrágora, erva-de-santa-maria, espirradeira( plantas tóxicas ) entre outras.

PREPARO
Cada modalidade de distúrbio ou método de prevenção necessita de um tipo de tratamento.
Por exemplo: uma dor muscular pode ser amenizada com massagem de óleos essenciais; um mal-estar nas vias respiratórias pode ser aliviado por meio de uma inalação; uma ferida pode ser tratada com um cataplasma ou uma compressa.
A listagem de métodos de preparo das ervas medicinais segue abaixo.
Cataplasma
As ervas são trituradas junto a um óleo vegetal (utilizado normalmente como veículo) e são aplicadas quentes sobre a região afetada.
Compressas
As partes da planta esmagadas numa solução fria são aplicadas diretamente no local a tratar.
Contusão
Pila-se a parte da erva a ser utilizada. Modo de preparar a planta para cataplasmas, compressas ou decocções.
Decocção
É a fervura das partes da planta: folhas, flores, casca, raiz, sementes ou fruto. Devido à fervura, mesmo os princípios ativos mais potentes podem ter seus efeitos amenizados. De modo geral, essa bebida cumpre suas tarefas terapêuticas a longo prazo.
Destilação
É o processo pelo qual retiram-se das ervas seus óleos essenciais a serem usados em massagens, inalações ou banhos.
ExtratosAs ervas postas em solvente (água ou álcool) absorvem-no e permitem a evaporação de seu excesso.
Infusão
A parte da planta é escaldada em água quente durante cinco minutos, preservando a bebida da redução de seus princípios ativos durante a fervura (decocção). Utilizam-se infusões também em gargarejos.
Maceração
Num recipiente, sobre a parte da planta a ser utilizada despeja-se água pura, álcool, óleos vegetais ou mesmo vinho e aguarda-se até que o líquido libere os princípios ativos. Esse tempo de maceração pode variar de uma semana até um mês.
Pós e tinturas
Utilizados em casos de extrema gravidade por possuírem altas concentrações de princípios ativos. As partes da planta são pulverizadas e conservadas numa solução feita de água e álcool nas mesmas proporções ( 1:1 ).
Pomadas e ungüentos
Usam-se substâncias gordurosas ou gelatinosas como veículo para os princípios ativos.
Vinagres
As ervas são mergulhadas em vinagre de maçã, arroz ou malte por duas semanas ou mais.
Xarope
As ervas são misturadas a algum tipo de açúcar e fervidas até formar-se uma calda. Muito comuns no tratamento das vias respiratórias.

Fique Atento
Esses remédios naturais podem ter resultados surpreendentes, tanto a curto prazo quanto após períodos mais longos de uso.
Não se deve guardar chás, compressas e infusões por mais de doze horas, pois eles perdem sua ação medicinal. Também não se estocam cataplasmas, xaropes e ungüentos, pois podem servir de ambiente para fungos. Extratos e tinturas, por encontrarem-se em veículos mais duráveis (alcoóis) podem ter um prazo de validade mais expandido.
Jamais seque as plantas no microondas ou no forno; o processo de desidratação deve ser lento para que a umidade evapore sem que os princípios ativos sejam afetados. Igualmente, nunca congele as ervas, pois o frio pode queimá-las e o descongelamento pode acumular umidade.

Recuperação de saúde
Lembre-se de que, por vezes, um mal estar ou um distúrbio orgânico pode ser apenas indício de uma doença mais ampla, e neste caso, o uso de ervas medicinais no alívio desses sintomas estaria apenas mascarando o mal maior.
O consumo dos preparados de ervas medicinais é mais seguro como preventivo ou como auxílio para o corpo enfrentar doenças já diagnosticadas.
Não abuse; lembre-se de que as ervas medicinais são remédios, e seu consumo em excesso pode ser prejudicial.



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Alecrim

Maa * Ismael N°s 24 e 18








Nome popular
ALECRIM



Nome científico
Rosmarinus officinalis L.

Família
Lamiaceae (Labiatae)
Sinonímia popular
Alecrim-de-jardim, alecrim-rosmarino, libanotis.
Parte usada
Folhas e flores

Propriedades terapêuticas
Estimulante digestivo, anti-espasmódica, estomacal, vasodilatora, anti-séptica.
Princípios ativos
Óleo essencial – Borneol; pineno, canfeno, canfora, cienol, acetato de bornila -; diperteno – rosmaricina; tanino,saponina;ácidos orgânicos; pigmentos;flavonóides

Indicações terapêuticas
Dores reumáticas, depressão, cansaço físico, gases intestinais, debilidade cardíaca, inapetência, cicatrização de feridas, dor de cabeça de origem digestiva, problemas respiratórios,
Informações complementares

Origem Sul da Europa e Norte da África.
Propagação Estacas, ponteira dos ramos. Modo de uso Infusão das folhas frescas ou secas na forma de compressas, decoto das folhas na forma de loção, na forma de pomada usando-se o suco concentrado.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Sugestão de tarefas / pesquisas

Olá pessoal, bom dia...!!

Vocês da 2ª série B do ensino médio da E E Godofredo Furtado, que estão construindo um BLOG temático muito interessante, que procura discutir a seguinte questão: “Plantas de uso medicinal para melhorar a saúde e qualidade de vida: para que elas servem?”, seguem algumas sugestões de tarefas e de pesquisas sobre o tema, que podem ajudar no desenvolvimento desse BLOG.

Aqui vão as sugestões:

Sobre a visualização do BLOG usando o potencial da ferramenta “BLOOGER” do Google:

Elementos da página:

  • Editar o “cabeçalho” do BLOG (clicar em “personalizar” e depois “Layout”)
  • Editar as “postagens” do BLOG (clicar em “personalizar” e depois “Layout”)
  • Editar o “seguidores” do BLOG (clicar em “personalizar” e depois “Layout”)
  • Editar o “arquivo” do BLOG (clicar em “personalizar” e depois “Layout”)
  • Editar o “colaboradores” do BLOG (clicar em “personalizar” e depois “Layout”)
  • “Adicionar Gadget” no BLOG (clicar em “personalizar” e depois “Layout”):
  • Caixa de pesquisa(Novo!): Pesquise no seu blog, blogroll e em tudo a que tiver acesso. Por Pesquisa Personalizada do Google
  • HTML/JavaScript: Adicionar funcionalidade de terceiros ou outro código a seu blog. Por Blogger
  • Texto: Adicione algumas palavras ao seu blog - como uma mensagem de boas-vindas - com nosso editor de rich text. Por Blogger
  • AdSense: Gere receita exibindo anúncios relevantes em seu blog. Por Blogger
  • Imagem: Adicione uma imagem de seu computador ou de outro local na web. Por Blogger
  • Apresentação de slides: Adicione uma apresentação de slides com fotos ao seu blog. Por Blogger
  • Barra de vídeo: Exiba clipes do YouTube e do Google Video permitindo que seus leitores possam assisti-los sem sair da página. Por Blogger
  • Enquete: Faça uma pesquisa com seus visitantes adicionando uma enquete ao blog. Por Blogger
  • Lista de blogs: Mostre o que você lê usando um blogroll de seus blogs favoritos. Por Blogger
  • Lista de links: Adicione uma coleção de seus sites favoritos, blogs ou páginas na web. Por Blogger
  • Lista: Adicione uma lista de livros e filmes favoritos, ou de qualquer coisa. Por Blogger
  • Feed: Adicione conteúdo de um feed RSS ou Atom ao seu blog. Por Blogger
  • Reportagem: Adicione automaticamente manchetes atuais do Google Notícias ao seu blog. Por Blogger
  • Marcadores: Mostrar todos os marcadores de postagens em seu blog. Por Blogger
  • Links de inscrição: Permita que seus leitores se inscrevam facilmente no seu blog com leitores de feed conhecidos Por Blogger
  • Logotipo: Escolha um dos vários logotipos do Blogger para a sua página. Por Blogger

  • Fontes e cores
  • Escolher novo modelo

Sobre a pesquisa temática:

  • Charlatanismo: vídeo sobre a garrafada no Yuotube (sugestão)
  • Médicos que usam as plantas medicinais na prática terapêutica
  • Os investimentos dos governos (municipal, estadual e federal) nessa área
  • A pesquisa científica
  • Pessoas que plantam no quintal, para uso próprio e da comunidade
  • Enquete sobre o nome do BLOG
  • Diversidade de espécies
  • Plantas medicinais exóticas (o que é uma planta exótica?)
  • Plantas medicinais nativas
  • História das plantas medicinais
  • etc.


É fácil trabalhar com alunos brilhantes...!!!

Caros alunos,

Parabéns pela realização com sucesso da primeira etapa de construção desse BLOG temático, que é produto do protagonismo de vocês. Favorecendo assim o desenvolvimento do seu próprio conhecimento, fazendo com que mude a forma de comportamento do aluno na sala de aula que é passiva, para uma forma de agir ativa e colaborativa com o trabalho em grupos de alunos.

Gostaria de compartilhar com vocês os outros endereços de BLOG´s que também estão sendo elaborados por alunos do ensino médio da E E Godofredo Furtado, os temas e os endereços dos BLOG's são :

Professor John

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Raízes Medicinais


Raqueel e Jonilson n° 23 e 21 (Curandeeiros)





GENGIBRE – Zingiber officinalis: a raiz é usada em infusão para casos de gripe, resfriados, tosses, catarro, rouquidão, bronquite e afonia, para fraqueza do estômago, cólicas e gases presos. Também com a raiz faz-se compressas para dores reumáticas e nevralgias.


MALVA – Malva parviflora: os vários tipos de malva, raiz e folhas, servem para qualquer tipo de infecção, de inflamação: boca, garganta, laringe faringe, olhos, ouvidos, estômago, úlceras, rins, bexiga, ovários, nervos, hemorróidas, para mau hálito, em picadas de insetos e como cicatrizante.


MIL-EM-RAMA, pronto-alívio – Achillea millefolium: usada tanto raiz como partes aéreas. Indicado em hemorragias internas e externas: uterinas, dos pulmões, de hemorróidas, feridas, úlceras queimaduras e varizes. É analgésica, para cólicas, dores de estômago, de dente e cãibras. É atiinflamatória, para bexiga, incontinência urinária, rins, intestinos, baixar a febre e abaixa a pressão!


TANCHAGEM, Tansagem – Plantago major: usam-se as folhas, sementes e raiz. Ação antiinflamatória, cicatrizante, diurética, tônica e depurativa, indicada para limpeza das vias respiratórias (fumantes), gripes, como expectorante, diarréias, inflamações nos rins e estômago. Em gargarejos funciona como antibiótica, bactericida e antiinflamatória para a garganta, ouvidos, em casos de gengivite, piorréia, laringite, amigdalite, lavagem de feridas, tumores, doenças da pele, infecções nas partes genitais, dores no bico dos seios e inflamação dos olhos.

ϟ cupuaçú

Nome popularCUPUAÇÚNome científicoTheobroma grandiflorum (Willd ex Spreng) Schum.Fotos ampliadas1 FamíliaSterculiaceaeSinonímia popularCupuaçú-verdadeiroPrincípios ativosA polpa contém fósforo e vitamina C. As sementes apresentam por volta de 60% de gordura, com alto coeficiente de digestibilidade, como as do cacau, tendo a vantagem de não conter cafeína.

Grupo: ϟ neon

Plantas Medicionais ( maniinhos )

http://ci-67.ciagri.usp.br/pm/

Fedegoso (maniinhos)

Nome popular
FEDEGOSO
Nome científico
Cassia occidentalis L.
Família
Leguminosae
Parte usada
Folha
Propriedades terapêuticas
Diurético, colagogo, colerético, laxante, vermífugo, anti-séptico, antinflamatória.
Princípios ativos
Antraquinonas, xantonas, ácido cáprico, mirístico, palmítico, esteárico, oleíco, óleo essencial, emodina.
Indicações terapêuticas
Hidropisia, icterícia, colecistite, insuficiência hepática, constipação intestinal, verminose, amenorréia, impigens, feridas, febre, erisipela.
Informações complementares
OrigemSão plantas nativas do sul do Brasil, Uruguai e Argentina.
DescriçãoArbusto glabro que pode atingir 1 m de altura. Pelo nome de fedegoso, como é chamado no sul do país, ou mato-pasto no nordeste brasileiro, são conhecidas várias espécies do gênero Cassia, sendo que se utilizam todas para os mesmo fins terapêuticos.
Possuem um odor fítico o que deu origem ao seu nome, C. occidentalis. A raiz é a que produz odor mais pronunciado, indicando a presença de óleo essencial, além disso, nela encontra-se também uma substância capaz de matar os peixes sem torná-los tóxicos, quando diluída na água. Esse fato a tornou conhecida e utilizada pelos índios em suas pescarias.
Propriedades farmacológicasAuxilia na regeneração tissular, estimulando o tecido. Estimula a secreção biliar, melhorando os problemas hepáticos, popularmente é o laxante.
Os constituintes químicos do fedegoso são ainda poucos estudados, sabe-se, porém que suas sementes contém emodina, componente de ação purgativa.
Dosagem indicadaPara consumo utiliza-se chá por decocção, usando-se 1 colher de sopa de raízes ou cascas esfareladas fervendo durante 15 minutos. Das folhas, sob infusão, empregam-se 10g para 1 litro de água.
Hidropisia e problemas hepáticos: 1 gole de 2 em 2 horas.
Antitérmico: 20 g de raízes para 1 litro de água. Tomam-se 2 xícaras do chá, em pequenas doses diárias.
Erisipela: toma-se 1 gota do suco extraído das folhas tenras diluído em 1 colher de sopa de água, repetindo de meia em meia hora, até o desaparecimento dos sintomas.

Thii e as novinhas

Planta Medicinal

Planta medicinal é uma planta que contém substâncias bio-ativas com propriedades terapêuticas, profiláticas ou paliativas. Muitas destas plantas são venenosas ou pelo menos levemente tóxicas, devendo ser usadas em doses muito pequenas para terem o efeito desejado.
Existe um grande número de espécies em todo o mundo, usadas desde tempos pré-históricos na medicina popular dos diversos povos. As plantas medicinais são utilizadas pela medicina atual (fitoterapia) e suas propriedades são estudadas nos laboratórios das empresas farmacêuticas, a fim de isolar as substâncias que lhes conferem propriedades medicinais (princípio ativo) e assim, produzir novos fármacos.




Salveee^^

ϟ alecrim


Nome científico
Rosmarinus officinalis L.
Fotos ampliadas
1 2
Família
Lamiaceae (Labiatae)
Sinonímia popular
Alecrim-de-jardim, alecrim-rosmarino, libanotis.
Parte usada
Folhas e flores
Propriedades terapêuticas
Estimulante digestivo, anti-espasmódica, estomacal, vasodilatora, anti-séptica.
Princípios ativos
Óleo essencial – Borneol; pineno, canfeno, canfora, cienol, acetato de bornila -; diperteno – rosmaricina; tanino,saponina;ácidos orgânicos; pigmentos;flavonóides
Indicações terapêuticas
Dores reumáticas, depressão, cansaço físico, gases intestinais, debilidade cardíaca, inapetência, cicatrização de feridas, dor de cabeça de origem digestiva, problemas respiratórios.

Grupo: ϟ neon

Erva de Santa Maria (maninhos)

Nome popular
ERVA-DE-SANTA-MARIA
Nome científico
Chenepodium ambrosiodes L.
Fotos ampliadas
1
Parte usada
Folha, flor
Propriedades terapêuticas
Estomáquico, diurético, vermífugo, sudorífico, cicatrizante, tônico, digestivo, hipossecretor gástrico
Indicações terapêuticas
Angina, infecção pulmonar, contusão, ressaca alcoólica, afecção do fígado
Informações complementares
Preparo e dosagem: Infusão - 1 xíc. de cafezinho de planta fresca com sementes em 1/2 litro de água, tomar 1 xíc. de chá de 6 em 6 horas (vermífugo, estomáquico). Sumo - 2 a 4 colheres de sopa do sumo das folhas para 1 xíc. de chá de leite, uma vez ao dia; crianças maiores de 2 anos devem tomar a metade da dose (peitoral). Sumo - 1 copo da planta picada com sementes para 2 copos de leite, bater no liquidificador, tomar 1 copo de suco 1 vez ao dia por 3 dias seguidos (vermífugo). Cataplasma - colocar 1 xíc. de cafezinho de vinagre, 1 colher de sopa de sal, amassar a planta na mistura até obter uma papa, colocar sobre o local afetado e enfaixar (contusões). Geléia - pegar 4 bananas nanicas maduras com casca, picar 1 copo de folhas de erva-de-santa-maria com sementes, meio copo de hortelã, 1 copo e meio de açúcar. Triturar bem as plantas em um pilão, pode-se adicionar um pouco de água, em seguida juntar a banana e o açúcar, amassar bem. Levar ao fogo até dar o ponto de geléia, o que ocorre em poucos minutos. Dar 1 colher de chá duas vezes por dia, pura ou passar na bolacha, pão, etc. (vermífugo). Outros usos: elimina e repele pulgas e percevejos - colocar os ramos debaixo dos colchões e varrer a casa utilizando-os como vassoura. Toxicologia: deve ser administrada com cautela. É contra-indicado para gestantes e para crianças menores de 2 anos de idade. Usar sob orientação de profissional da área.
Indicações: tônico, digestivo, hipossecretor gástrico (para azia e dispepsia), carminativo, para afecções do fígado e para ressaca alcoólica. Preparo e dosagem: Sumo - amassar duas folhas em 1 copo e completar com água, tomar 2 a 3 vezes ao dia. Tintura - 20 g de planta fresca em 100 ml de álcool, tomar 20 a 40 gotas no momento do incômodo, ou até 3 vezes ao dia. Toxicologia: em doses elevadas pode causar irritação gástrica.
Foto: Martha Batista de Lima - Professora, terapêuta naturalista (Anápolis, GO) 1

☆ The Stars ☆

T. Raquel n° 35
Leticia n° 22

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Plantas Medicionais - Amora (maniinhos)

Nome popular
AMORA
Nome científico
Morus alba L.
Fotos ampliadas
Foto 1
Família
Moráceas
Sinonímia popular
Amoreira (variedades negra e branca)
Sinonímia científica
Morus nigra L.
Parte usada
Folhas, frutos, raízes, cascas
Propriedades terapêuticas
Laxativa, sedativa, expectorante, refrescante, emoliente, calmante, diurética, antidiabético, antiinflamatória, tônica
Princípios ativos
Morus Alba: adenina, proteína, sais, glicose, flavonóides, cumarina, taninos; Morus nigra: adenina, glicose, asparagina, carbonato de cálcio, proteína, tanino, cumarina, flavonóides, açúcares, ácido málico, matérias albuminóides e pectínicas, pectosa.
Indicações terapêuticas
Dor de dente, pressão sanguínea, tosse, inapetência, prisão de ventre, inflamação da boca, febre, diabetes, dermatoses, eczema, erupções cutâneas
Informações complementares
Nomes em outros idiomas - Alemão: maulbeerbaum; Espanhol: moral; Francês: murier; inglês: mulbery tree; Italiano: gelso
Propriedades terapêuticas: Laxativa, expectorante, refrescante, emoliente, calmante e diurética, antidiabético (variedade nigra), dor de dente, antiinflamatório, reduz pressão sanguínea.
Frutos:tônico, laxante
Folhas: antibacteriana, expectorante,sudorífero
Cascas: anti-reumática,reduz a pressão sanguínea, analgésica
Cascas da raiz: sedativa, diurética, expectorante
Princípios ativos: Continuação (Morus nigra): Os frutos contém vitaminas A,B1,B2,C. Os frutos maduros contém 9% de açúcares (frutose e glicose), ácido málico (em estado livre 1,86%), matérias albuminóides e pectínicas, pectosa, goma e matérias corantes com 85% de água.
Uso medicinal: São conhecidas duas variedades alba e nigra. A segunda com frutos negros e a primeira com frutos brancos. No século XVI, na Europa, se empregavam tanto os frutos como a casca e as folhas da amora negra. O fruto para as inflamações e hemorragias, a casca para as dores de dentes e as folhas para as mordidas de cobra e também como antídoto de envenenamento por acônito. Apesar da amoreira estar desaparecendo da matéria médica na Europa, a amoreira branca segue sendo muito empregada na China como remédio para tosse, resfriados seguidos de febre, dor de cabeça, garganta irritada e pressão alta. Com o conceito chinês de yin e yang, a amoreira branca é empregada para dissipar o calor do canal do fígado, que pode levar a irritação dos olhos e afetar estados de ânimo e também para refrescar o sangue. Portanto é considerada um tônico yin. Na Europa recentemente tem-se empregado as folhas da amora negra para estimular a produção de insulina na diabetes.
Dosagem indicada: Inflamações da boca: espremer alguns punhados de amoras, ainda que não totalmente maduras,recolhendo o líquido em uma tigela. Fazer bochechos freqüentes com este suco diluído em pouca água. Dores de dentes: Decocção: em fogo moderado, ferver 40g de raízes de amoreira em meio litro de água, até que fique reduzida à metade. Depois de morno, filtrar o líquido e empregá-lo em bochechos. Diurético: Infusão: deixar em infusão, até amornar, um punhado de folhas secas de amoreira em um litro de água fervente. Filtrar o líquido, bebendo-o em calicezinhos durante o dia para que produza efeito diurético.
Garganta, tosse: Xarope:esmagar ao máximo algumas amoras negras e recolher o suco em um recipiente de alumínio esmaltado ou de vidro. Adicionar açúcar numa quantidade que tenha o dobro do peso do suco e colocar em fogo brando. Quando esta mistura adquirir a consistência de xarope, deixá-la esfriar e guardá-la num vidro bem fechado, conservando-o em local fresco e escuro. Para as inflamações da garganta, devem-se diluir duas colherinhas do xarope em um cálice de água morna, empregando-a em gargarejos.Em caso de tosse,dissolver uma colherinha do xarope em uma xícara de água quente e tomá-la.
Estômago(inapetência): Decocção: ferver 20g de cascas de amoreira branca em meio litro de água. Filtrar o líquido e adoçá-lo, tomando-o em calicezinhos meia hora antes das refeições. Intestinos (prisão de ventre): Decocção (laxativa): em meio litro de água, ferver 15g de raiz e casca de amoreira misturadas. Quando o líquido ficar morno, filtrá-lo e adoçá-lo com mel. Beber metade pela manhã, em jejum, e o restante à noite, antes de deitar. Para obter-se um laxativo de efeito mais rápido, deve-se aumentar em até o dobro a quantidade de casca e raiz, ou seja 30g das cascas e raízes misturadas, regulando-se quantidade de acordo com as reações do organismo a este tipo de purgante. Também os frutos ingeridos frescos e temperados com um pouco de açúcar, especialmente da variedade negra, ajudam no funcionamento do intestino.
Pele (dermatoses, eczema, erupções cutâneas): Cataplasma: colocar um punhado de folhas frescas de amoreira, depois de lavadas e enxugadas, em um recipiente com uma ou duas colheres de água, aquecendo-o até o líquido evaporar. Estender as folhas sobre uma gaze, esmagá-las um pouco fazendo sair todo o líquido e aplicá-las quentes (mas não ferventes) sobre a região afetada. Quando a compressa esfriar, renová-la mais duas vezes.
Pressão sanguínea alta: Infusão: colocar um punhado de folhas frescas de amoreira em meio litro de água fervente. Depois de morno,filtrar o líquido, bebê-lo em cálices no decorrer do mesmo dia em que foi preparado.
Febre: 40 a 80g de folhas por litro em infusão.
Diabetes: Infusão: utilizando as folhas, 1 xícara 4 a 6 vezes ao dia.
Contra-indicações: Não se deve consumir o fruto em caso de diarréia. Não se deve administrar as folhas nem raízes no caso de debilidade ou "frio" pulmonares. Em caso de dúvida deve-se recorrer ao médico.
Curiosidades: A amora é cultivada pelas suas folhas que são o alimento exclusivo do bicho da seda.A cultura da amora se estendeu pelo mediterrâneo junto da qual se cria o bicho da seda.

ClléèOziiháà Thíì Dellíìcíìa .....

Bruno Roberto N ° 06
Maria Cleonice N ° 25
2° B

Thii e as novinhas

Plantas Medicinais
Algumas ervas:

* Camomila : (flor) Matriacaria chamomila
A camomila é um sedativo suave usado nas debilida-des estomacais e intestinais. Além de possuir ação antiinflamatória e tônica, combate vermes, males do útero, ovário, eólicas, enjôos e indigestões...


* Canela: casca Cinnamomum zeylanicumA canela, além de ser utilizada como condimento, é considerada como um estimulante e afrodisíaco, porque eleva a pressão sangüínea. É usada, ainda, em lavagens no combate a germes que atacam o couro cabeludo.

A Maconha pode combater a gripe A (maninhos)

Cientistas de uma empresa especializada no estudo da Cannabis (a popular maconha, erva do demo, marijuana) afirmam que drogas produzidas à base da planta podem abrandar a pandemia da Gripe A (H1N1) - a gripe suína. A informação foi divulgada pelo site "Examiner".Baseado na pesquisa do uso de extratos de Cannabis puros e de compostos multicanabinóides, conforme o doutor Robert J. Melamede, foi possível atestar-se a eficácia do uso médico da maconha no tratamento de "algumas das piores doenças que a humanidade enfrenta neste momento". Inclusive a Gripe A.A explicação que o doutor dá é super científica, eu que não vou me arriscar a interpretar. Mas ele garante que funciona. Claro, o pesquisador está falando de remédios desenvolvidos com base na Cannabis. Fontes: http://www.examiner....d-H5N1-bird-fluhttp://www.examiner....d-H5N1-bird-fluAbraço

bRUNIIHÓ

Bruno Roberto N ° 06
Maria Cleonice N ° 25
2° b

Maah * Ismael

Mailana n° 24
Ismael n° 18

er

ϟ neon

Ana Maria nº 4

Caioá Melo nº 7

Sabrina Oliveira nº 31

Stéfane Conte nº 41

Maaniiinho

Nomes : Alex 01 , Alexandre 02 , Elton 12

Plantas Medicinais


Ervas Medicinais

Todas as indicações são preventivas e agem como terapia de ajuda, sempre em casos de doenças graves tem que as ter o acompanhamento médico, mas na hora de dor de barriga é bom sabermos quais as nossas alternativas.

A Mãe Natureza proporciona ao homem uma infinidade de plantas com valores medicinais. A flora brasileira constitui uma fonte inesgotável de saúde e nossos ancestrais sempre souberam se aproveitar desta riqueza, pois o uso das plantas medicinais existe desde o início dos tempos.
No princípio existia apenas o conhecimento empírico. Hoje, porém, muitas pesquisas científicas comprovam as propriedades medicinais de várias plantas, comprovando (ou não) o uso popular destas plantas. É importante ressaltar que, ao contrário do que muitos imaginam, algumas plantas fazem mal à saúde e por isso não devemos fazer uso indiscriminado desta terapia. Sempre que possível, procure orientação de profissionais da área e não tome qualquer tipo de chá encontrado no mato, pois algumas espécies são muito parecidas e você pode usar uma espécie perigosa por engano.

Preparo:

Os chás podem ser preparados por infusão ou cocção:
- Infusão: Consiste em se despejar água fervente sobre a planta e depois abafar por uns 15 minutos. Este processo é utilizado para flores, folhas e também para ervas aromáticas, pois se as fervermos as essências poderão volatilizar (perder-se pela ação do calor), causando a perda de sabor e poder medicinal do chá.
- Cocção: Consiste em se cozinhar a planta. Este processo deve ser restrito a raízes, cascas e sementes e a fervura pode variar de 3 a 15 minutos.
Dosagem: A quantidade normalmente indicada é de 20 gramas de erva por litro de água ou uma colher de chá por xícara, mas esta dosagem pode variar dependendo da planta.
Posologia:
Pode-se tomar várias xícaras do chá por dia, de preferência longe das refeições, a não ser que o uso do chá seja exatamente para estimular funções digestivas.
Adoçantes:
Os chás geralmente não precisam ser adoçados. Em alguns casos, porém, pode-se usar o mel quando se quiser aproveitar suas propriedades medicinais (gripes, tosses, etc), mas só devemos adoçar depois de coado, quando o chá já estiver morno, nunca antes, pois o calor destrói o poder medicinal do mel.

Prazo de validade: Nunca use um chá mais de 24 horas depois de preparado, pois ele entra em processo de fermentação (mesmo mantido em geladeira). Prepare a quantidade suficiente para um dia apenas.

Tempo de uso: Recomenda-se não usar o mesmo chá por tempo prolongado, pois o nosso organismo responde cada vez menos ao tratamento. Use por um período de 30 dias e troque por outro tipo de chá, retomando o seu uso após
algum tempo.

Utensílios: Evite usar utensílios de metal para fazer os chás.
Embora não o notemos, eles podem causar alterações no
efeito e sabor do chá. O ideal é usar recipientes de vidro,
barro, louça ou esmalte.

Outros usos:
Os chás, além de tomados, podem ser usados na forma de compressas, banhos, gargarejos, inalações e lavagens.
- Compressas: Compressas de chá quente aliviam dores inflamatórias e facilitam a resolução destas inflamações. Neste caso usam-se chás com propriedades antiinflamatórias.
- Banhos: São os banhos de imersão. A água deve estar
morna e o banho deve durar uns 20 minutos. O banho pode ser repetido três vezes por semana durante um mês. Após este período mudar a erva utilizada.
- Gargarejos: São recomendados para atuar na cavidade bucal e na garganta.
Pode-se colocar sal de cozinha depois de coado, pois este é antiinflamatório e anti-séptico.
- Inalações: Específico para as vias respiratórias.
Ferver o chá e colocar um funil de papelão invertido sobre o recipiente, inalando o vapor.
- Lavagens: Normalmente intestinais e vaginais (corrimento).

Dicas:

remédio caseiro para eliminar as espinhas


Um ótimo remédio caseiro para eliminar as espinhas é lavar o rosto com o chá de uma planta medicinal conhecida como bardana.


Para fazer o chá coloque 2 colheres de chá da raiz da planta seca ou fresca cortada em pequenos pedaços em meio litro de água fria e deixe descansar por 6 horas. Depois de estar de molho, leve ao fogo e ferva durante um minuto.


Use a solução após estar coada, lavando o rosto 2 a 3 vezes por dia, ou apenas aplique com algodão o chá sobre a espinha inflamada.


Remédio caseiro para espinhas (acne)


Um excelente remédio casiro para reduzir a acne é a água de arroz.


Ferva arroz em bastante água, sem adicionar temperos até ficar com aspecto empapado, e acrescente para cada 2 colheres de sopa de papa de arroz uma colher de sopa de mel. Triture no liquidificador para que fique pastoso e fácil de aplicar.


Essa “papa” pode ser aplicado no rosto ou nas costas.


Esta máscara tem um efeito muito positivo também para o tratamento de rugas, acnes e manchas na pele, e deve ser aplicada de preferência de noite que é quando a pele está mais receptiva à hidratação e tratamentos.


Edy Ney nº 11
Jéssica Oliveira nº 20
Miriam Matos nº 26
Samanta Machado nº 32

Os Marleys

Ervas Medicinais

Ervas medicinais como por exemplo: erva cidreira,erva doce, boldo, etc.

ERVA CIDREIRA "Melissa officinalis" Tranquilizante e sedativa, induz ao sono e permite o controle das emoções. Indicada em crises nervosas, taquicardia, histerismo e depressão. O mirceno é o responsável pelo seu papel analgésico, no alívio de dores e da pressão alta.

ERVA SANTA MARIA/MENTRUZ "Chenopodium ambrosioides" Cura indigestão, hemorróidas, varizes, facilita a menstruação, a circulação e combate doenças nervosas.

GINKGO BILOBA: Árvore considerada um fóssil vivo, ancestral do carvalho, é mencionada nos escritos chineses de 2800 anos A.C. e considerada sagrada no Oriente. Tem ação preventiva e curativa na oxidação das células e no envelhecimento. Estimulante da circulação, diminui a hiperagregação plaquetária, evitando tromboses. Indicado ainda contra micro varizes, artrite e cansaço nas pernas.

Thii e as novinhas

Plantas Medicinais

Pra que elas servem ?

para produzir alguns tipos de remédios,
porem algumas ervas pode prejudicar
a saúde pois algumas dessas ervas nao sabemos
a sua origem.

algumas pessoas tem plantas medicinais
em suas proprias casas como por exemplo:
erva-cidreira,campim-santo,boldo,mangericão
e outros tipos de ervas.

Os Marleys

Giovanni nº 16
Rodrigo nº 30
Felipe nº 14

biologia

Bruno N























Bruno Roberto N° 06
Maria Cleonice Nº 25
Série: 2º B